Presidente Lula tem a menor rejeição líquida entre todos candidatos
A pesquisa da BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 13, apresentou oscilações positivas para os dois principais candidatos à presidência, ainda que ambos tenham variado dentro da margem de erro. Entretanto, a melhora de Lula foi mais expressiva que a de Flávio Bolsonaro, enquanto o atual presidente perdeu 3 pontos de rejeição o filho do ex-presidente perdeu apenas 1.
Agora, Lula tem 46% e Flávio tem 50% de rejeição. Essa foi a melhora mais expressiva do candidato petista desde 30 de março, quando tinha 49% e Flávio, por sua vez, demonstra um corte na crescente que sua rejeição paassva, em 15 de junho ele estava com 52%, em 29 de junho marcou 51% e agora 50%.
Diante do cruzamento de dados de potencial de voto e rejeição, fica perceptível a polarização entre estes dois candidatos, apenas 8% não votaria em nenhum dos dois, o mesmo número que assume considerar o voto em qualquer um deles. Os eleitores que não votam em Flávio, mas votam em Lula representam 42% do elitorado, enquanto os que votam em Flávio mas não votam em Lula são 38%.
O impacto dos atritos com Michelle Bolsonaro pode ter sido um fator considerável para a rejeição de Flávio, 27% dos eleitores afirmam que o desacordo impactou muito negativamente e 19% pouco negativamente. Não impactados, de forma geral, ou seja inclui quem já não votaria em Flávio são 40%.
Dentro dos eleitores de Flávio, o impacto negativo do atrito com a ex-primeira dama impactou negativamente 30%.
Rejeição líquida dos candidatos
Rejeição é líquida é quando se considera apenas quem afirma conhecer o candidato
O candidato mais rejeitado é Aécio Neves com 74%, seguido pelo Cabo Daciolo com 72%. Os demais candidatos seguem a seguinte ordem:
- Augusto Cury – 65%
- Renan Santos – 62%
- Joaquim Barbosa – 60%
- Romeu Zema – 53%
- Ronaldo Caiado – 52%
- Flávio Bolsonaro – 50%
- Lula – 47%
O candidato mais desconhecido é Augusto Cury com um índice de 53%. Ao passo que Lula é desconhecido por 1% e Flávio pr 2%.
Ricardo Lima / Fonte: Tiago Vechi – Jornal “Opção”.

