Levantamento é do instituto Paraná Pesquisas
Um levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27) apontou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) é desaprovado por 52% dos brasileiros e aprovado por 45% da população, enquanto 3% dos entrevistados não souberam responder. A pesquisa foi feita com 2.080 eleitores nas 27 unidades da federação entre os dias 22 e 25 de fevereiro.
O instituto também mediu a avaliação do governo Lula. Para 32,6%, a administração é ótima ou boa; 22,5% avaliam-na como regular, enquanto a maior parte, 43,5%, considera a gestão ruim ou péssima. Os que não souberam ou não opinaram totalizaram 1,5%.
O Paraná Pesquisas divulgou nesta quinta (26) uma sondagem sobre o cenário eleitoral. Na pesquisa, Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão em empate técnico na disputa presidencial tanto no primeiro, quanto no segundo turno.
No primeiro turno, o petista registrou 39,6% das intenções de voto e Flávio, 35,3%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. No segundo turno, o senador tem 44,4% e o petista, 43,8%.
A margem de erro da pesquisa foi de 2,2 pontos porcentuais e o índice de confiança ficou em 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07974/20262.
Sobe o número de jovens que querem votar em Flávio
Dados são da nova pesquisa AtlasIntel

Atualmente, eleitores entre 16 e 24 anos demonstram maior inclinação à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do que à de Lula (PT). Os dados, sobre a disputa presidencial deste ano, são da nova pesquisa AtlasIntel.
Para o analista da AtlasIntel, Breno Oliveira, existe um fator geracional decisivo de que parte significativa desse eleitorado não tem memória política consolidada a respeito dos primeiros governos petistas.
Por isso, a avaliação dos jovens foca no desempenho atual do governo, considerando fatores como inflação percebida, mercado de trabalho, ambiente cultural e discurso público.
No entanto, os dados não necessariamente apontam que a juventude ficou mais conservadora, mas revelam um afastamento do lulopetismo. As informações são da revista Veja.
Ricardo Lima \ Fonte: Redação – “Pleno.News”.

