Facebook Twitter Instagram
    Trending
    • No governo Lula, gastos com viagens a serviço somam R$ 7 bilhões
    • Goianão 2026 entra na reta final da 1ª fase com disputa aberta por vagas e tensão contra o rebaixamento
    • Nikolas visita pessoas feridas após raio em ato no DF
    • Lula mostra irritação com Toffoli e chega a dizer a aliados que ministro deveria deixar STF
    • Anunciar no rádio dá mais retorno do que nas redes sociais, aponta estudo
    • Com apoio da Prefeitura, Trindade sedia 1º Nacional de Sinuca e recebe Baianinho de Mauá
    • Morre Constantino Júnior, fundador da Gol, aos 57 anos
    • Trindade conquista o Selo Ouro da Educação pelo segundo ano consecutivo e se consolida como referência em Goiás
    Facebook Twitter Instagram
    Blog Ricardo Lima
    • Home
    • Contato
    • Ricardo Lima
    • Categorias
      1. NOTÍCIAS
      2. ESPORTES
      3. FUTEBOL
      4. FUTEBOL GOIANO
      5. POLITICA TRINDADE
      6. CELEBRIDADES
      7. POLITICA NACIONAL
      8. POLITICA ESTADUAL
      9. BRASIL
      10. View All

      Gustavo Queiroz Secretário de Infraestrutura de Trindade, faz balanço dos 100 dias de gestão do 2º governo de Marden Jr.

      14 de abril de 2025

      Prefeito Marden Jr., faz um balanço dos primeiros 100 dias do seu governo em Trindade

      14 de abril de 2025

      Se liga no resumo da semana na cidade de Trindade

      11 de abril de 2025

      Rádio é o meio mais confiável para os brasileiros entre todas as plataformas de informação, aponta pesquisa

      2 de abril de 2025

      Com apoio da Prefeitura, Trindade sedia 1º Nacional de Sinuca e recebe Baianinho de Mauá

      25 de janeiro de 2026

      Governo de Goiás anuncia projeto de requalificação do Serra Dourada com investimento de R$ 300 milhões

      29 de dezembro de 2025

      MotoGP 2026 em Goiânia terá software exclusivo de segurança e vidraças italianas

      12 de dezembro de 2025

      ‘Novo’ Serra Dourada terá até 44 mil pessoas em jogos e 60 mil nos shows

      11 de dezembro de 2025

      Trindade cria mais, pressiona o Corinthians, mas é superado na estreia da Copinha

      4 de janeiro de 2026

      Santos anuncia retorno do atacante Gabigol

      3 de janeiro de 2026

      Campeão goiano Sub-20, Trindade estreia na Copinha carregando o orgulho da Capital da Fé

      2 de janeiro de 2026

      Fortunas bilionárias: quem são os jogadores mais ricos de 2025

      28 de dezembro de 2025

      Vila Nova: veja quem chegou, quem saiu e o elenco do Tigrão para 2026

      2 de janeiro de 2026

      Goiás: confira quem chegou, quem saiu e o elenco do alviverde para a temporada

      2 de janeiro de 2026

      Confira quem são os reforços já anunciados pelas equipes goianas para próxima temporada

      14 de dezembro de 2025

      Ronaldo Caiado bate o martelo e CT Vila do Tigre é definitivamente do Vila Nova

      10 de dezembro de 2025

      Presidente da Câmara Municipal de Trindade, Maurinho de Paula. “MEU FOCO É REELEGER CRISTIANO GALINDO EM 2026”

      21 de outubro de 2025

      Matéria do Jornal Opção neste sábado (11/10). Jânio Darrot não vai disputar mandato de deputado em 2026

      13 de outubro de 2025

      Cristiano Galindo intensifica presença em Trindade e movimenta cenário político às vésperas de 2026

      19 de agosto de 2025

      Câmara Municipal de Trindade realiza 1ª sessão ordinária de agosto nesta segunda-feira (11)

      11 de agosto de 2025

      Com apoio da Prefeitura, Trindade sedia 1º Nacional de Sinuca e recebe Baianinho de Mauá

      25 de janeiro de 2026

      Romaria do Divino Pai Eterno: Ana Castela e Daniel já estão confirmados!

      9 de janeiro de 2026

      Virginia Fonseca recebe título de cidadã goiana concedido pela Assembleia Legislativa

      1 de janeiro de 2026

      Fortunas bilionárias: quem são os jogadores mais ricos de 2025

      28 de dezembro de 2025

      Cirurgia em Bolsonaro termina com sucesso, anuncia Michelle

      25 de dezembro de 2025

      “Não tem autoridade moral para ocupar a presidência”, diz Caiado sobre Lula

      15 de dezembro de 2025

      Caiado defende anistia e critica Lula: “Governo de marketing”

      24 de setembro de 2025

      União Brasil e PP oficializam ‘superfederação’ em Brasília; Trindade é contemplada com grande obra estadual

      20 de agosto de 2025

      Antes da reforma, Serra Dourada permanece aberto aos clubes goianos até junho de 2026

      8 de dezembro de 2025

      Vice-governador Daniel Vilela visita Trindade, atende pedidos históricos e reforça parceria com o Prefeito Marden Júnior

      5 de dezembro de 2025

      Vantagem consolidada de Daniel Vilela para o governo de Goiás em 2026

      23 de outubro de 2025

      Daniel Vilela dispara em pesquisa AtlasIntel; Marconi perde em todas as simulações

      26 de setembro de 2025

      No governo Lula, gastos com viagens a serviço somam R$ 7 bilhões

      27 de janeiro de 2026

      MST avalia envio de militantes à Venezuela, diz site

      6 de janeiro de 2026

      Com R$ 31,5 bilhões, Lula pagou recorde em emendas em 2025

      2 de janeiro de 2026

      Direita domina engajamento no Instagram; dois políticos goianos integram lista dos 100 mais influentes

      1 de janeiro de 2026

      No governo Lula, gastos com viagens a serviço somam R$ 7 bilhões

      27 de janeiro de 2026

      Goianão 2026 entra na reta final da 1ª fase com disputa aberta por vagas e tensão contra o rebaixamento

      26 de janeiro de 2026

      Nikolas visita pessoas feridas após raio em ato no DF

      26 de janeiro de 2026

      Lula mostra irritação com Toffoli e chega a dizer a aliados que ministro deveria deixar STF

      26 de janeiro de 2026
    • Home
    Blog Ricardo Lima
    Início » Brasil ultrapassa Venezuela e terá maior número de ministros na América Latina
    POLÍTICA

    Brasil ultrapassa Venezuela e terá maior número de ministros na América Latina

    @ricardo_limaBy @ricardo_lima3 de janeiro de 2023Updated:3 de janeiro de 2023Nenhum comentário7 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz pronunciamento em Brasília. Número alto de ministérios tende a gerar mais custos, tornar o governo burocrático em excesso e reduzir a eficiência da gestão. Foto: José Cruz/Agência Brasil.
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Ao planejar Brasília, o urbanista Lúcio Costa imaginou que uma Esplanada dos Ministérios com 19 prédios seria suficiente. Fazia sentido: à época, o governo federal tinha apenas 15 ministros, incluindo um para a Aeronáutica, um para a Marinha e um para o Exército (então chamado Ministério da Guerra). De lá para cá, o Brasil passou a ter um número de ministérios muito maior. Falta espaço na Esplanada. E vai faltar mais.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá 37 ministérios. A lista das pastas criadas (ou recriadas) inclui os ministérios dos Portos, dos Povos Originários e da Igualdade Racial.

    O Brasil está acima da média global nesse quesito. O país tem mais ministérios que países com nível de desenvolvimento similar, como Argentina (18), Colômbia (18), México (20), África do Sul (27) e até a Venezuela (33), presidida pelo excêntrico ditador Nicolas Maduro. Na verdade, os 37 ministros de Lula colocam o Brasil em primeiro lugar nesse quesito na América Latina. A comparação com países desenvolvidos é ainda mais desfavorável: Lula terá muito mais ministros que os líderes de Estados Unidos (15), Itália(15), França (16), Alemanha (16) e Reino Unido (21).

    Lula, entretanto, ainda não alcançou o recorde estabelecido por Dilma Rousseff: em maio de 2013, ao criar o Ministério da Micro e Pequena Empresa, ela passou a ter um governo com 39 ministros. Em 2015, já pressionada pelos protestos que pediam o seu impeachment e tentando criar uma agenda positiva, a presidente fez uma reforma e eliminou oito pastas.

    Custo não é o maior problema:

    De forma geral, existem dois argumentos contra o número excessivo de ministérios no Brasil. O primeiro é o de que isso necessariamente gera aumento de custos. Cada ministério precisa de uma estrutura mínima que envolve funcionários, um espaço físico e insumos (computadores, carros, cadeiras etc). O próprio salário do ministro, por lei, é superior ao do chefe de uma secretaria, por exemplo. O segundo argumento é o de que o alto número de ministérios torna o governo burocrático em excesso e reduz a eficiência da gestão.

    Segundo especialistas, o segundo problema é mais importante que o primeiro.

    É razoável supor que mais ministérios implicam mais gasto público. Mas a relação pode não ser linear. Em tese, é possível desmembrar ministérios sem que isso gere um impacto financeiro visível. Da mesma forma, rebaixar um ministério ao status de secretaria, como fez o governo Bolsonaro em diversos casos, não necessariamente reduz os gastos. Se o número de funcionários for o mesmo, provavelmente a estrutura física necessária será idêntica e, assim, a redução de custos causada pela troca de status será próxima de zero. Obviamente, o governo pode cortar o orçamento das pastas por outros motivos (por exemplo, ao reduzir os valores previstos para investimentos). Mas a mudança de categoria não garante a redução de custos.

    Redução na eficiência:

    Já o problema de gestão pode ser ter um impacto mais significativo. A comunicação entre os diferentes órgãos se torna mais lenta do que se eles estivessem sob o mesmo guarda-chuva, no mesmo prédio. As reuniões ministeriais passam a ser mais longas e menos produtivas. Impasses tornam-se mais prováveis, especialmente quando não há uma delimitação clara das atribuições de cada um.

    Por exemplo: um governo que tenha ministérios distintos para a Agricultura e a Pesca terá mais dificuldades em colocar de pé um programa que deseje promover a instalação de tanques de criação de peixes em pequenas propriedades rurais. O Ministério da Agricultura, mais antigo, já tem a capilaridade para atingir a população alvo do programa. Mas, por se tratar de um projeto de aquicultura, o programa provavelmente ficaria sob o comando do Ministério da Pesca. Assim, ou a pasta com menos recursos (a da Pesca) pede o apoio da mais rica (a da Agricultura), ou o Ministério da Pesca teria de criar uma estrutura que, em grande medida, já existe no Ministério da Agricultura. De uma forma ou de outra, o resultado não é o mais eficiente.

    Demandas sociais x alianças políticas:

    Segundo estudiosos do tema, o número elevado de ministérios que o Brasil terá no governo Lula pode ser explicado por dois fatores. Um é a pressão de grupos articulados (no caso do governo petista, por exemplo, militantes da causa negra terão uma pasta específica). O outro é a necessidade de garantir apoio no Congresso usando os cargos no Executivo como moeda de troca.

    “Em alguns casos existe um aspecto político e simbólico. Já outros ministérios servem para atender às pressões políticas do presidencialismo de coalizão”, diz Ivan Ckagnazaroff, professor de Economia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Lula tem feito isto ao entregar cargos a representantes de partidos como MDB e PSD.

    Além dos partidos políticos aliados, existe a pressão dos próprios correligionários por cargos que possam lhe render dividendos políticos. Talvez isso explique porque, apesar de sua disposição em fazer um governo mais austero economicamente, Jair Bolsonaro também não conseguiu implementar o que prometeu neste campo. Durante a campanha de 2018, ele afirmou que sua gestão teria “no máximo” 15 ministérios. Depois de receber um governo com 29 ministérios de Michel Temer, ele iniciou o seu mandato com 22. Encerrou com 23 (Bolsonaro recriou a pasta das Comunicações).

    Critério de desempenho deve ser transparente:

    Criar ministérios é um sinal ao eleitorado de que o governo se preocupa com alguns temas em particular e vai tratá-los como prioritários. Em grande parte, a criação de pastas carrega um componente eleitoral. Mas, além dos eleitores, os sinais também podem ser importantes para o mercado financeiro, por exemplo. Um governo que tem quase 40 ministérios passa o recado de que a eficiência administrativa não é sua prioridade. Um presidente liberal, por outro lado, tende a reduzir esse número, mesmo que o impacto financeiro seja reduzido.

    Economista e professora de MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Carla Beni afirma que apenas com parâmetros de desempenhos objetivos, como no setor privado, é possível medir quantos ministérios são necessários. Isso não existe hoje.

    “O Brasil poderia começar a apresentar resultado de produtividade por ministério para que pudéssemos avaliar esta questão de uma forma melhor. Nós podemos até chegar à conclusão de que se pode ter 40 ministérios, desde que eles apresentem resultado”, diz ela, que exemplifica: “Primeiro, o governo definiria qual é a meta de cada ministério para o ano. Ao final, o governo apresentaria o percentual da meta que foi atingido”, afirma.

    Lentidão na tomada de decisões:

    O professor Ivan Ckagnazaroff concorda que a criação de ministérios muitas vezes significa a reorganização de estruturas que já existiam anteriormente, sem um salto nos gastos. “Se você vai observar as áreas para as quais os ministérios foram criados, bem ou mal todas elas já existiam – a única que salta aos olhos é a voltada para os Povos Indígenas”, afirma, em referência ao novo governo Lula.

    Por outro lado, o professor alerta que, sem uma divisão clara das atribuições, o resultado é a ineficiência do Executivo. “A criação desses ministérios vai demandar uma definição clara de qual é a responsabilidade de cada um e de quais recursos eles vão ter para atuar. Sem isso, a eficiência vai ser extremamente afetada”, ele afirma.

    O professor acrescenta que, mesmo que não haja um aumento significativo nos gastos, o tamanho da máquina em si já pode reduzir a agilidade do governo para lidar com as demandas que surgirem. “O tamanho pode tornar os processos decisórios um pouco mais lentos, à medida que algumas decisões, especialmente as mais conflitivas, vão passar pelo presidente – segundo ele mesmo disse”, afirma.

    De uma forma ou de outra, o número de ministérios no Brasil não deve se aproximar tão cedo dos 19 planejados por Lúcio Costa. A última vez que isto aconteceu foi há três décadas, no governo Fernando Collor.

    Ricardo Lima / Fonte: Gabriel de Arruda/Gazeta do Povo.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    @ricardo_lima

    Related Posts

    Lula mostra irritação com Toffoli e chega a dizer a aliados que ministro deveria deixar STF

    26 de janeiro de 2026

    Nikolas Ferreira divulga local de encerramento da caminhada

    23 de janeiro de 2026

    Marden Júnior movimenta o cenário político e mostra força nas articulações que redesenham o cenário de Trindade

    17 de janeiro de 2026

    Leave A Reply Cancel Reply

    Facebook Twitter Instagram Pinterest
    © 2026 Blog Ricardo Lima. Criado por RBGSolucoes.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.